Floram investiga esgoto na rede pluvial

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Os fiscais de Meio Ambiente José Carlos Alexandre e Marcio Manoel Dutra estão investigando o causador de despejo de esgoto na rede pluvial que passa por dentro do 63º Batalhão de Infantaria no bairro Estreito.

Como ainda não se tem o infrator, que conectou a rede doméstica ou empresarial na rede pública pluvial, a investigação segue nas empresas e casas da vizinhança do quartel.

Para o fiscal José Carlos, “a rede pluvial, que é a certa para chuva, está sendo usada para o despejo criminoso de esgoto in natura; a Prefeitura faz sua parte, investindo em canos subterrâneos de concreto e tubulações, e certos munícipes aproveitam para jogar na galeria material inapropriado, que acaba saindo no mar e poluindo o meio ambiente”.

De acordo com o fiscal Marcio Manoel Dutra,  a rede coletora de esgoto é própria para o despejo do material doméstico, mas tem gente que descumpre as regras da legislação ambiental.

O chefe de Fiscalização Ambiental Walter Hachow alerta que os proprietários dos imóveis são responsáveis pela conexão da rede de esgoto doméstica na rede coletora, de acordo com a norma legal.

Hachow explica que “a água da chuva, que cai na calha, é naturalmente escoada para os bueiros nas ruas (galerias pluviais). A água segue seu rito para os rios, córregos e em alguns casos para o mar. Por outro lado, o material depositado nos vasos sanitários, banheiro, lavanderia, cozinha  são direcionados para a rede coletora e depois para a Estação de Tratamento”.

Segundo o Superintendente Volnei Carlin, o mais correto é não jogar nada no vaso sanitário, sob pena de entupir a rede. “Limpar a caixa de gordura e não jogar óleo de cozinha na pia é o ideal para não se incomodar”, aconselhou.

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